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Category: Produtos

Computer Max 12 Alimentação 230 Vac – Catálogo

Computer Max 12 (12 estágios) Alimentação 230 Vac

Cabine Primária

Atendem integralmente as normas EN61010, EN61000-3-2, EN61000-3-3, EN50081-2, EN50082-1, EN50082-2, EN61000-4-2, EN61000-4-4, EN61000-4-8, EN61000-4-11, UL 94, o Computer 12 MAX dispõe 12 relés de saída, possuem ainda display de cristal líquido que possibilita a visualização e parametrização, além da indicação dos relés conectados. Inclui sistema exclusivo sistema de conexão FCP, que verifica o estado em que se encontra a rede e toma decisões rápidas sobre a melhor manobra de capacitores a ser realizada, para manter a rede com um fator de potência equivalente ao programado, proporcionando, menor tempo na correção total do fator de potência, e ainda um aumento na vida útil dos capacitores e principalmente dos contatores que são poupados já que efetuam um menor número de manobras.

Principais características:

 

  • Medição em True RMS
  • Leitura do cosφ

Computer Max 6 Alimentação 230 Vac – Catálogo

Computer Max 6 (6 estágios) Alimentação 230 Vac

Controlador Max 6

Atendem integralmente as normas EN61010, EN61000-3-2, EN61000-3-3, EN50081-2, EN50082-1, EN50082-2, EN61000-4-2, EN61000-4-4, EN61000-4-8, EN61000-4-11, UL 94, o Computer 6 MAX dispõe de 6 relés de saída, possuem ainda display de cristal líquido que possibilita a visualização e parametrização, além da indicação dos relés conectados. Inclui sistema exclusivo sistema de conexão FCP, que verifica o estado em que se encontra a rede e toma decisões rápidas sobre a melhor manobra de capacitores a ser realizada, para manter a rede com um fator de potência equivalente ao programado, proporcionando, menor tempo na correção total do fator de potência, e ainda um aumento na vida útil dos capacitores e principalmente dos contatores que são poupados já que efetuam um menor número de manobras.

Principais características:

 

  • Medição em True RMS
  • Leitura do cosφ

Computer Max 12 – Alimentação 400 vac- Catálogo

Computer Max 12 (12 estágios) Alimentação 400 Vac

Controlador Max 12

Atendem integralmente as normas EN61010, EN61000-3-2, EN61000-3-3, EN50081-2, EN50082-1, EN50082-2, EN61000-4-2, EN61000-4-4, EN61000-4-8, EN61000-4-11, UL 94, Computer 12 MAX dispõe de 12 relés de saída, possuem ainda display de cristal líquido que possibilita a visualização e parametrização, além da indicação dos relés conectados. Inclui sistema exclusivo sistema de conexão FCP, que verifica o estado em que se encontra a rede e toma decisões rápidas sobre a melhor manobra de capacitores a ser realizada, para manter a rede com um fator de potência equivalente ao programado, proporcionando, menor tempo na correção total do fator de potência, e ainda um aumento na vida útil dos capacitores e principalmente dos contatores que são poupados já que efetuam um menor número de manobras.

Principais características:

 

  • Medição em True RMS
  • Leitura do cosφ

Computer Max 6 – Catálogo

Computer Max 6 (6 estágios) Alimentação 400 Vac

 

Controlador Max 6

Atendem integralmente as normas EN61010, EN61000-3-2, EN61000-3-3, EN50081-2, EN50082-1, EN50082-2, EN61000-4-2, EN61000-4-4, EN61000-4-8, EN61000-4-11, UL 94, o Computer 6 MAX dispõe de 6 relés de saída, possuem ainda display de cristal líquido que possibilita a visualização e parametrização, além da indicação dos relés conectados. Inclui sistema exclusivo sistema de conexão FCP, que verifica o estado em que se encontra a rede e toma decisões rápidas sobre a melhor manobra de capacitores a ser realizada, para manter a rede com um fator de potência equivalente ao programado, proporcionando, menor tempo na correção total do fator de potência, e ainda um aumento na vida útil dos capacitores e principalmente dos contatores que são poupados já que efetuam um menor número de manobras.

Principais características:

 

  • Medição em True RMS
  • Leitura do cosφ

Estudo para Entradas de Energia – Catálogo

Estudos para Implantação de Entradas de Energia

A Engelétrica, juntamente com seus engenheiros e técnicos altamente qualificados, atendendo a seu pedido, formatará o projeto adequado as suas necessidades, aplicando todas as normas de segurança, com o melhor da tecnologia disponível no mercado.

 

O que é Entrada de Energia?

Cabine primária é a entrada de energia elétrica ligada ao sistema de distribuição em média tensão.

A unidade consumidora dever ser ligada ao sistema de distribuição em média tensão, compulsoriamente, quando a potência exigida pelo consumidor supera a potência máxima a qual a concessionária esteja obrigada a atender aos consumidores em baixa tensão.

Também será atendida em média tensão o consumidor que optar por este sistema, exceto se localizado em zona de distribuição subterrânea.

Muitos consumidores optam pela ligação em média tensão devido às tarifas reduzidas em relação às praticadas na baixa tensão.

Projeto de Cabine Primária – Catálogo

Projeto de Cabines Primárias

O que é Cabine Primária?

Cabine primária é a entrada de energia elétrica ligada ao sistema de distribuição em média tensão.

A unidade consumidora dever ser ligada ao sistema de distribuição em média tensão, compulsoriamente, quando a potência exigida pelo consumidor supera a potência máxima a qual a concessionária esteja obrigada a atender aos consumidores em baixa tensão.

Também será atendida em média tensão o consumidor que optar por este sistema, exceto se localizado em zona de distribuição subterrânea.

Muitos consumidores optam pela ligação em média tensão devido às tarifas reduzidas em relação às praticadas na baixa tensão.

Inspeções – Catálogo

Inspeções

Contando com uma equipe de técnicos altamente qualificados, a Engelétrica inspeciona as instalações elétricas de seus clientes, bem como os equipamentos da concessionária e de segurança, visando o bom desempenho e adequação às normas técnicas.

Durante as inspeções são verificados os componentes das instalações visando detectar imperfeições ou mal-funcionamento.

Aproximadamente multiplos itens são vistoriados, dentre eles:

– Niveis de tensão/corrente/temperatura
– Inspeção Visual/Sonora

Mensalmente ou em período pré-estabelecido e feita a inspeção visual da instalação com o objetivo de acompanhar e verificar seu estado geral de conservação e funcionamento. Durante esse procedimento e preenchido o relatório de inspeção sendo que eventuais irregularidades observadas na origem o relatório de não-conformidade.

Esse procedimento e cumprido através do sistema via tablet sendo que após o encerramento o cliente recebe via e-mail para a sua consulta imediata.

Manutenção de média tensão

Check-up – Catálogo

Check-Up

A Engelétrica dispõe de um sistema de manutenção preventiva e corretiva em média tensão totalmente voltada a atender as necessidades de seus clientes, nas modalidades:

 

Check-Up Avulso

A Engelétrica, contando com o apoio de colaboradores altamente qualificados, efetua periodicamente check-ups nas cabines de seus clientes, mantendo dessa forma o bom funcionamento de todos os equipamentos.

Segurança – Além do desligamento, outras medidas de segurança são adotadas neste momento, são instalados sistemas de aterramento temporário e dispositivo visual que identifica a presença de nossos funcionários em procedimentos de manutenção (cadeados e porta cadeados). Uma inspeção operacional é realizada, e feito o planejamento das operações, segundo o roteiro abaixo;

Muflas Externas – Limpeza, verificação do sistema de fixação, reaperto das conexões elétricas à rede da concessionária e aos cabos de energia;
Cabos de Energia – Verificação da conexão de suas blindagens ao sistema de aterramento e ao neutro interna e externamente;

Eletroduto de Proteção  Verificação e restauração da pintura;

Muflas Internas – Verificação do sistema de fixação, reaperto das conexões elétricas ao sistema interno de distribuição;

Equipamentos da Concessionária – Inspeção visual dos equipamentos da concessionária, pára-raios, chaves corta-circuitos, isoladores, poste, etc. Caso seja verificada alguma anormalidade a concessionária será comunicada para que sejam tomadas as providências cabíveis;

Disjuntor de Média Tensão – Limpeza, reaperto, medição de isolação e resistência de contato, verificação e regulagem das varetas dos reles primários quando existirem, verificação e ajustes da bobina de mínima tensão, bobina de abertura e fechamento, verificação e limpeza das câmaras de interrupção e extinção, verificação dos visores de nível de óleo, troca do óleo mineral isolante;

Geral – Medição da isolação do sistema elétrico entre fases e entre fase e terra. Em caso de baixa isolação o ponto que apresentar problema é isolado através de medições consecutivas;

Entrada Aérea – Limpeza, verificação do sistema de fixação, reaperto das conexões elétricas à rede da concessionária e aos cabos de energia;

Seccionadoras – Limpeza, desoxidação dos contatos e lubrificação (aplicação de pasta anti-óxido, alinhamento das lâminas, verificação e ajuste do sistema de acionamento, revisão dos micro-interruptores, se houver;

Pára-raios – Limpeza, verificação e reaperto de suas conexões à rede e à terra, revisão de seu sistema de ligação à terra, o qual deve ser independente ao aterramento das massas;

Equipamentos Auxiliares de Medição (TC’s / TP’s) – Inspeção visual de suas condições de conservação, medição de isolação, reaperto das conexões elétricas, reaperto das fixações, inspeção visual da ligação à terra das massas e reaperto;

Barramentos  Reaperto geral, pintura nas cores convencionais, quando necessário;

Suportes/Serralharia em Geral – Pintura, quando necessário, reaperto de suas fixações, inspeção visual das ligações das massas à terra;

Isoladores – Limpeza, reaperto, medição de isolação independente, caso seja observada baixa isolação em qualquer das fases;

Equipamentos de Baixa Tensão – Limpeza, reaperto, lubrificação de comandos, verificação e ajuste de bobinas de mínima tensão, verificação de abertura e fechamento, verificação e limpeza das câmaras de extinção, limpeza dos contatos principais, medição da resistência de contato. (opcional)

EXCLUSÕES: 

– Fornecimento de materiais de qualquer espécie;
– Reforma de equipamentos;
– Instalações novas;
– Ampliações;
– Modificação das instalações existentes;
– Filtragem ou troca de óleo mineral isolante de transformação;

Check-Up – Sistema Contratual

Além dos itens acima, executados anualmente ou em períodos previamente estabelecidos, o sistema contratual inclui:

INSPEÇÃO PRELIMINAR – Verificação das condições gerais de conservação e funcionamento das instalações. Durante a inspeção será preenchido o formulário adequado do qual constam os principais itens a serem observados e a condição em que os mesmos foram encontrados, sendo assinaladas as condições entre: “REGULAR / IRREGULAR / NÃO EXISTE / NÃO VISÍVEL”. São também anotadas eventuais observações relevantes e se necessários elaborados os devidos relatórios de não conformidade. (RNC);

CADASTRO DAS INSTALAÇÕES E EQUIPAMENTOS  Todos os equipamentos elétricos de média tensão instalados são cadastrados de forma a facilitar os eventuais atendimentos futuros. Durante o processo de cadastro das instalações são feitos registros fotográficos;

INSPEÇÃO TERMOGRÁFICA  Antes de cada check-up anual é executada uma inspeção termográfica com o registro de eventuais anomalias térmicas para programação das correções necessárias durante as manutenções; A termografia em questão está restrita às instalações e equipamentos elétricos de média tensão e baseia-se nas seguintes condições:

TERMOGRAFISTA – Nível II do ITC;
EQUIPAMENTO – Flir T360 ou FLUKE;

RELATÓRIO – elaborado no aplicativo Reporter (Flir) em arquivo PDF e disponibilizado em nosso site ou em nosso sistema de gerenciamento de Termografias, e da mesma forma disponibilizado em nosso site; É fornecida folha de inspeção para cada ponto de aquecimento encontrado, avaliado como potencial de anomalia térmica, contendo foto digital e térmica, bem como:

– Data da inspeção;
– Descrição da ocorrência;
– Emissividade;
– Classificação quando ao tipo de intervenção;
– Risco ao sistema;
– Ação recomendada.

São adotados os procedimentos necessários para execução de verificação e indicação da correção, por análise termográflca, de modo geral, de todos os equipamentos elétricos instalados no setor objeto da manutenção, sendo indispensável o acompanhamento por agente representante do cliente

O mapeamento térmico permite a determinação das condições de operações anormais de equipamentos e máquinas eletromecânicas, evitando situações emergenciais através da intervenção preventiva.

ATENDIMENTO 24h – Para situações caracterizadas como emergenciais.

INSPEÇÃO PERIÓDICA – Periodicamente é executada uma inspeção nas instalações elétricas de média tensão com o objetivo de acompanhar o desempenho das instalações

Quando observada alguma irregularidade que necessite de intervenção de urgência ou emergência é emitido o RELATÓRIO DE NÃO CONFORMIDADE do qual consta a irregularidade observada, causa provável e providência recomendada.

São feitas as seguintes inspeções:

Sonora:

Ocorrência de descargas elétricas.
Vibrações excessivas dos reles de sobrecorrente, varetas, da bobina de mínima tensão, etc.

Visual:

Efeito corona, descargas intermitentes;
Danos físicos, tais como trincas, destacamento de material, desalinhamento, etc.;
Condições gerais de conservação;
Existência de objetos estranhos;
Nível de temperatura aparente;
Iluminação interna artificial;
Verificação da iluminação de emergência;
Nível de óleo do disjuntor.(quando acessível);
Nível de óleo do transformador.(quando acessível);
Condição dos equipamentos de segurança;
Carga do extintor (data de validade);
Funcionamento do banco de capacitores. (se houver);
Condição dos para-raios de linha. (se houverem);
Fechamento das seccionadoras. (simultaneidade);
* Medição de tensão secundária do transformador;
* Medição de intensidade da corrente secundária dos transformadores;
Verificação do sistema de aterramento.
* Cabines simplificadas.

ODOR:

Ozona, ocorrência de cheiro característico de carbonização.

É procedida a verificação, através de termômetro infra-vermelho, de pontos de aquecimento na instalação. A cada inspeção realizada é emitido o devido relatório de inspeção e apontadas as eventuais irregularidades encontradas.

Medições – Catálogo

Medições

A Engelétrica, juntamente com seus técnicos altamente qualificados dentro das normas de segurança, procederão em suas instalações as medições necessárias nos equipamentos nelas instalados  para garantir dessa forma o pleno funcionamento dos mesmos.

 

O que e feito nas medições?

 

São Feitas medições:

 

  • Correção do fator de potência;
  • Disturbios – Sag / Swell;

Para eliminar o pagamento de multas junto a concessionárias pelo baixo fator de potência e verificar distúrbios e interferências em redes elétricas.

Os equipamentos do tipo analisador de redes, são de última geração, capazes de efetuar medições precisas, de acordo com a necessidade de cada cliente.

Óleo Mineral Isolante – Catálogo

Óleo Mineral Isolante

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Óleos minerais isolantes são derivados do petróleo, destinados à utilização em transformadores, chaves elétricas, reatores, dijuntores, religadores, etc.

Funções básicas:

  Isolante;

  Refrigerante;

Para isolar deve estar livre de umidade e de contaminantes.Para resfriar deve possuir baixa viscosidade e baixo ponto de fluidez para facilitar sua circulação.

Condições Ideais:
  Baixa viscosidade;

  Alto poder dielétrico;

  Alto ponto de fulgor;

  Estar livre de ácidos, álcalis e enxofre corrosivo;

  Resiste à oxidação e à formação de borras;

  Ter baixo ponto de fluidez e não atacar os materiais usados na construção de transformadores;

  Ter baixa perda dielétrica e não contér produtos que possam agredir o homem ou o meio ambiente.

Propriedades físicas :

  Viscosidade: deve ser baixa para circular com facilidade e dissipar adequadamente o calor.

  Ponto de Fulgor: para a segurança dos equipamentos com relação à possibilidade de incêndios, deve-se assegurar um ponto de fulgor mínimo adequado.

  Ponto de Anilina: indica o poder de solvência do óleo por matérias com as quais entrará emcontato. Um baixo ponto de anilina indica maior solvência do produto, o que não é desejável.

  Tensão Interfacial: indica a existência de substâncias polares dissolvidas no óleo. Estas substâncias prejudicam as propriedades dielétricas do óleo, além de contribuirem para o seu
envelhecimento. Um alto valor é desejável.

  Cor: o óleo isolante novo costuma ser claro. O escurecimento em serviço indica suadeterioração.

  Ponto de Fluidez: sendo a temperatura abaixo da qual o óleo deixa de escoar, estacaracterística deve ser compatível com a mínima temperatura em que o óleo vai ser utilizado. O ensaio também ajuda na identificação do tipo de óleo: parafínico ou naftênico.

  Densidade: influi na capacidade de transmissão de calor do óleo. Nos óleos isolantes encontra-se entre 0,850 e 0,900, estando mais próxima de um dos dois valores segundo sua predominante composição em hidrocarbonetos (parafínicos ou naftênicos).

Propriedades químicas

3.2.1 – Estabilidade à oxidação: é importante para o bom desempenho do óleo e durabilidade do sistema isolante. A oxidação é decorrente da estocagem do óleo e das próprias condições de operação dos equipamentos elétricos e se manifesta através de borra e de acidez do óleo. Estes
efeitos indesejáveis podem ser atenuados através da utilização de aditivos anti-oxidantes.

  Acidez e água: devem ser extremamente baixos para evitar a passagem de corrente elétrica, reduzir a corrosão e aumentar a vida de todo o sistema.

  Compostos de enxofre (sulfatos): devem estar ausentes para evitar que o óleo cause corrosão ao cobre e à prata existentes nos equipamentos.

  Tendência à evolução de gases: esta característica mede a tendência de um óleo desprender ou absorver gases (normalmente o hidrogênio), sob determinadas condições.Um valor positivo indica desprendimento de gases, enquanto que, um valor negativo significa
absorção de gases, importante para a operação segura do equipamento.

Propriedades elétricas

  Rigidez dielétrica: é a capacidade do óleo de resistir à passagem da corrente elétrica.Quanto mais puro estiver o óleo, maior a rigidez dielétrica. Umidade, particulas sólidas e gasesdissolvidos prejudicam a capacidade isolante do óleo.A rigidez dielétrica é fortemente afetada quando o óleo possui íons e partículas sólidas higroscópicas. Neste caso é preciso tratar o óleo com aquecimento e filtragem.

  Fator de potência: é uma indicação das perdas dielétricas no óleo. O óleo será melhor, quanto menores forem estas perdas. A condução de corrente nos óleos pode ser causada por elétrons livres resultantes da ação do campo eletromagnético sobre as moléculas ou por partículas
carregadas. O fator de potência mede a contaminação do óleo por água e contaminantes sólidos ou solúveis.
Amostra para ensaios físico-químicos 

A retirada de amostras devem ser preferencialmente coletadas nos registros dos equipamentos elétricos. Quando não for possível, a amostra poderá ser retirada através da tampa de inspeção, utilizando pipetas, mangueiras ou seringas. Durante a amostragem devem ser observados os seguintes procedimentos:

– Limpar o registro de retirada do óleo;

– Conectar o dispositivo de amostragem apropriado no registro doequipamento;

– Colocar uma bandeja de contenção ou qualquer outro material que evite o derramamento de óleo no solo;

– Abrir vagarosamente o registro e deixar escoar um pouco de óleo sem aproveitamento;

– Utilizar frasco de vidro de 1 litro com tampa rosqueável. O mesmo deve estar limpo e completamente seco;

– Deixar escoar cerca de 200ml no frasco, fechar o registro e através de movimentos rotatórios, enxaguar o frasco com o óleo;

– Descartar o óleo;

– Abrir o registro novamente e encher o frasco até o transbordamento. Fechar o frasco e o registro imediatamente;

– Limpar cuidadosamente o frasco;

– Quando houver o tampão do registro, passar fita veda rosca antes de conectá-lo novamente;

– Certificar-se de que o registro foi adequadamente fechado e não há vazamentos;

– Identificar a amostra corretamente;

– Armazenar os frasco em local escuro até o envio ao laboratório.

Amostra para ensaios cromatográficos

A retirada de amostras devem ser preferencialmente coletadas nos registros dos equipamentos elétricos. Quando não for possível, a amostra
poderá ser retirada através da tampa de inspeção, utilizando seringas.Durante a amostragem devem ser observados os seguintes procedimentos:

– Limpar o registro de retirada do óleo Conectar o dispositivo de amostragem apropriado no registro do
equipamento;

– Colocar uma bandeja de contenção ou qualquer outro material que evite o derramamento de óleo no solo;

– Abrir vagarosamente o registro e deixar escoar um pouco de óleo sem aproveitamento;

– Utilizar seringa de no mínimo 20ml de capacidade volumétrica, limpa e seca;

– Conectar a torneira de 3 vias no dispositivo de amostragem e então abrir o registro de forma que o óleo penetre lentamente na seringa. O êmbolo não deve ser puxado, mas permitido que recue sob a pressão da coluna de óleo;

– Descartar o óleo;

– Repetir a operação de enchimento da seringa com um volume superior ao graduado na mesma;

– Fechar a torneira de 3 vias e, em seguida, a válvula de amostragem;

– Desconectar a seringa com a torneira de 3 vias do dispositivo de amostragem;

– Caso se verifique a presença de bolhas, segurar a seringa verticalmente (torneira para cima) e pressionar o êmbolo de modo a eliminar as bolas existentes. Fechar imediatamente a torneira (seringa na posição vertical);

– Limpar cuidadosamente a seringa e acondicionar em caixa apropriada;

– Identificar corretamente a amostra.

A Engelétrica executa o tratamento de óleo mineral isolante em transformadores desenergizados, em campo e com total segurança.

Visando a melhor técnica a Engelétrica segue um rígido procedimento que inclui a análise fisicofisico-química ou cromatográfica, em laboratório independente, e uma recomendação complementar baseada em sua experiência.Procedimentos repetidos e sem a avaliação de um laboratório qualificado torna-se uma rotina pouco eficaz, assim a primeira coisa a se observar é a real necessidade do tratamento.

Quando uma amostra de óleo é encaminhada ao laboratório é esperado um dos três resultados possíveis:

– Aceitável;

– Tratamento;

– Substituir.

Quando o resultado obtido é “ACEITÁVEL” nenhuma atividade complementar é recomendada, apenas o monitoramento por meio de nova análise em um período preestabelecido. Caso o resultado seja “TRATAMENTO” a Engelétrica, após analise complementar, e se julgar cabível, recomendará o tratamento termo-vacuo. Quando o resultado é “SUBSTITUIR” significa que não há viabilidade técnica ou econômica para a sua recuperação através dos processos de filtragem.

Observações:

  Durante o processo de tratamento termo-vacuo são retiradas amostras do óleo a cada 30 minutos para os testes de rigidez. O processo somente é interrompido após ser observada a estabilidade dos valores medidos;

  O sistema de tratamento é instalado de forma a criar um circuito fechado evitando a aeração do óleo;

  A água e o calor são os dois maiores inimigos da isolação dos transformadores;

  A deterioração das isolações sólida e líquida se realiza em presença de catalisadores (ferro, cobre, água, etc.). Os produtos da deterioração da isolação podem também agir como catalisadores e aceleradores do processo;

  A deterioração da isolação da origem a água e outros produtos prejudicando seu poder dielétrico;

  As condições podem tornar-se propicias à formação descargas parciais que levam a ionização e à condução;

  Havendo continuidade do processo poderá ocorrer a formação de corona, e finalmente a falha de isolação;

  O processo de deterioração ou envelhecimento da isolação do transformador inicia-se quando o mesmo é cheio com o óleo na fábrica;

  A aeração do óleo, contato do óleo com o ar, deve ser evitada;

  Os primeiros produtos derivados da deterioração do óleo são os hidroperóxidos. Em seguida, formam-se os ácidos em conjunto com outros compostos. Os derivados finais formam a borra;

  Óleo contaminado é diferente de óleo deteriorado ou envelhecido.