FAQ - PERGUNTAS FREQUENTES

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Conexões em SPDA – uso de solda exotérmica.

NBR 5419
5.1.4.2 Conexões
5.1.4.2.1 – O numero de conexões nos condutores do SPDA deve ser reduzido ao mínimo. As conexões devem ser asseguradas por meio de soldagem exotérmica, oxiacetilênica ou elétrica, conectores de pressão ou de compressão, rebites ou parafusos.

O que é aterramento?

Termo empregado no campo de instalações que engloba diversos elementos instalados no solo com a função básica de proteção de seres vivos, edificações e equipamentos e, de assegurar desempenho de sistemas elétricos, eletrônicos, processamento de dados e comunicação, ou seja, elemento que deve estar presente em todo local onde exista atividade humana ou equipamento instalado.

Para que serve o aterramento?

Sua função é dispersar no solo, de maneira segura, as correntes provenientes de descargas atmosféricas, falhas na isolação de equipamentos e operações na instalação.

Quais são os tipos de aterramento?

De acordo com a Norma vigente, a NBR 5410 os esquemas de aterramento, para efeito de proteção, são classificados em:
TN, TT e IT.O sistema TN tem um ponto diretamente aterrado, sendo as massas ligadas a este ponto através de condutores de proteção. De acordo com a disposição dos condutores, Neutro e de Proteção, este sistema se subdivide em:

– TN-S onde os condutores Neutro (N) e o de Proteção (condutor PE) são distintos.

– TN-C no qual as funções de neutro e de proteção são combinadas em um único condutor (condutor PEN).
Observação: A Norma vigente NBR 5410 da ABNT estabelece que o condutor PEN, não deve ser seccionado.

– TN-C-S quando somente em parte do sistema as funções de Neutro e Proteção são combinadas em um só condutor.

O sistema TT tem um ponto diretamente aterrado, sendo as massas ligadas a eletrodos de aterramento, eletricamente independentes do eletrodo de aterramento da alimentação.

O sistema IT não tem nenhum ponto da alimentação diretamente aterrado, estando as massas aterradas.

Fator de potência é a razão entre a potência ativa e a potência aparente. Ele indica a eficiência do uso da energia. Um alto fator de potência indica uma eficiência alta e inversamente, um fator de potência baixo indica baixa eficiência energética. Um triângulo retângulo é frequentemente utilizado para representar as relações entre kW, kvar e kVA.

Legislação:

A nova legislação pertinente, estabelecida pelo DNAEE, introduziu uma nova forma de abordagem do ajuste pelo baixo fator de potência, com os seguintes aspectos relevantes :

– Aumento do limite mínimo do fator de potência para 0,92;

– Faturamento de energia reativa excedente;

– Redução do período de avaliação do fator de potência de mensal para horário.

Conseqüências e Causas de um Baixo Fator de Potência:

– Perdas na Instalação

As perdas de energia elétrica ocorrem em forma de calor e são proporcionais ao quadrado da corrente total. Como essa corrente cresce com o excesso de energia reativa, estabelece-se uma relação entre o incremento das perdas e o baixo fator de potência, provocando o aumento do aquecimento de condutores e equipamentos.

– Quedas de Tensão

O aumento da corrente devido ao excesso de energia reativa leva a quedas de tensão acentuadas, podendo ocasionar a interrupção do fornecimento de energia elétrica e a sobrecarga em certos elementos da rede. Esse risco é sobretudo acentuado durante os períodos nos quais a rede é fortemente solicitada. As quedas de tensão podem provocar ainda, a diminuição da intensidade luminosa das lâmpadas e aumento da corrente nos motores.

– Subutilização da Capacidade Instalada

A energia reativa, ao sobrecarregar uma instalação elétrica, inviabiliza sua plena utilização, condicionando a instalação de novas cargas a investimentos que seriam evitados se o fator de potência apresentasse valores mais altos.

Exemplos:

* a capacidade do transformador necessária supondo-se um fator de potência 0,50 é o dobro da capacidade para o fator de potência 1,00;

* a seção do condutor necessária supondo-se um fator de potência 0,70 é o dobro da seção para o fator de potência 1,00;

* Também o custo dos sistemas de comando, proteção e controle dos equipamentos cresce com o redução do fator de potência.

Vantagens da Correção do Fator de Potência

– Redução da queda de tensão

A melhoria da tensão deve ser considerada como um benefício adicional dos capacitores. Nos estabelecimentos industriais com sistemas de distribuição modernos e a uma só transformação, a elevação de tensão proveniente da instalação de capacitores é da ordem de 4 a 5%.

– Redução das Perdas

Na maioria dos sistemas de distribuição de energia elétrica de estabelecimentos industriais, as perdas variam de 2,5 a 7,5% dos kWh da carga.

– Vantagens da Empresa

*Redução significativa do custo de energia elétrica;

*Aumento da eficiência energética da empresa;

*Melhoria da tensão;

*Aumento da capacidade dos equipamentos de manobra;

*Aumento da vida útil das instalações e equipamentos;

*Redução do efeito Joule;

*Redução da corrente reativa na rede elétrica.

– Vantagens da Concessionária

*O bloco de potência reativa deixa de circular no sistema de transmissão e distribuição;

*Evita as perdas pelo efeito Joule;

*Aumenta a capacidade do sistema de transmissão e distribuição para conduzir o bloco de potência ativa;

*Aumenta a capacidade de geração com intuito de atender mais consumidores;

*Diminui os custos de geração.

Capacitor é um dispositivo capaz de gerar um fluxo de energia elétrica reativa capacitiva, ou seja, com fase oposta à energia reativa dos dispositivos indutivos, diminuindo os valores de perda e queda de tensão no sistema elétrico de corrente alternada.

Corrigir o fator de potência de equipamentos e instalações.
Com a instalação de capacitores a corrente aparente é reduzida, e liberada capacidade do sistema para o incremento da potência ativa.
Observa-se a redução de perdas e a eliminação de multas cobradas nas faturas de energia, decorrente de excedentes reativos.

A queima dos resistores de pré-carga instalados acima do contator, ocorre devido a um repique do mesmo. Normalmente ocasionado por subtensão no comando, os contatores são dimensionados para 1 manobra a cada 30 segundos, e as bobinas são dimensionadas para trabalhar com subtensão de 0,75 x Ue. Com o repique dos contatores, os capacitores sofrem sobre-tensão nos terminais. Ou seja, o capacitor não dá tempo de descarregar e é religado novamente ocasionando aquecimento e redução da vida útil.

resistor_precarga

Potência ativa

Potência que efetivamente realiza trabalho gerando calor, luz, movimento, etc., sendo medida em kW.

Potência reativa

Potência usada apenas para criar e manter os campos eletromagnéticos das cargas indutivas. É medida em kvar.

Periodicidade e Critérios para Inspeção

Mensal

– Verifique visualmente em todas as Unidades Capacitivas se houve atuação do dispositivo de segurança interno, indicado pela expansão da caneca de alumínio no sentido longitudinal. Caso positivo, substituir por outra com a mesma potência;

– Verifique se há fusíveis queimados. Caso positivo, tentar identificar a causa antes da troca. Usar fusíveis com corrente nominal indicada no Catálogo;

– Verificar o funcionamento adequado dos contatores;

– Nos bancos com ventilação forçada, comprovar o funcionamento do termostato e do ventilador. Medir a temperatura interna (máxima de 450C);

– Medir a tensão e a corrente das unidades capacitivas;

– Verificar o aperto das conexões (fast-on) dos capacitores.

Semestral

– Efetuar limpeza completa do armário metálico interna e externamente, usando álcool isopropílico;

– Repetir todos os procedimentos do ítem anterior (mensal);

– Reapertar todos os parafusos dos contatos elétricos e mecânicos;

– Medir a temperatura dos cabos conectados ao contator;

– Verificar estado de conservação das vedações contra a entrada de insetos e outros objetos.

– Instalação dos cabos de sinal de corrente e tensão muito próximos ao barramento (<50cm), causando interferências eletromagnéticas.

– Defeito de fabricação do controlador, ou seja, controlador com repique. OBSERVAÇÃO Cuidar com o repique (rápida abertura e fechamento dos contatos de saída) que pode ocorrer no controlador, provocando com isso queima dos indutores de pré-carga dos contatores e expansão dos capacitores.

Reator de Dessintonia

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Vida útil dos Capacitores para Correção do Fator de Potência

Vida útil dos Contatores para Manobra de Capacitores

Como separar o consumo dos setores produtivos e não produtivos?

Para fazer a separação da energia elétrica utilizada, é preciso classificar os setores em industriais e não industriais e a forma mais isenta é se apoiar nos conhecimentos de um perito idôneo e independente, na forma de Laudo Técnico.

Laudo Técnico para Crédito de ICMS

Sobre a necessidade de produção de laudo técnico para a comprovação do montante de energia elétrica utilizado no processo produtivo cabe esclarecer que nem todos os Estados impõem esta condição para a comprovação do montante utilizado da produção, contudo, o laudo técnico passou a ser utilizado como o meio mais eficaz e seguro para se comprovar o crédito.

O Laudo para Crédito de ICMS tem valor legal?

O Laudo, quando emitido em conformidade com a Lei, é um instrumento de valor legal e dá legitimidade ao ato fiscal.

Periodicidade da elaboração do Laudo Técnico para Crédito de ICMS

O laudo deve ser mantido atualizado, porém não observamos lei fiscal nem base cientifica que obrigue a renovação anual do Laudo. A única lei é a do bom senso, isto é, o Laudo deve ser renovado sempre que houver alterações significantes que possam influir nos índices de rateio (mudança da legislação, reformas, ampliações e assemelhados).
De qualquer forma o período de um ano parece razoável para a renovação, demonstrando um interesse permanente em atender às melhores técnicas.

De acordo com a Resolução 41 a cobrança de excedentes reativos deverá correr conforme a Seção IV
Do Fator de Potência e do Reativo Excedente, Art. 96:- VRERE = valor de referência equivalente à tarifa de energia “TE” aplicável ao subgrupo B1, em Reais por megawatt-hora (R$/MWh);

– VRDRE = valor de referência, em Reais por quilowatt (R$/kW), equivalente às tarifas de demanda de potência – para o posto tarifário fora de ponta – das tarifas de fornecimento aplicáveis aos subgrupos do grupo A para a modalidade tarifária horária azul e das TUSD-Consumidores-Livres, conforme esteja em vigor o Contrato de Fornecimento ou o CUSD, respectivamente;

A Resolução Normativa 414 é parte da legislação do setor elétrico e determina as condições gerais de fornecimento de energia elétrica para todas as distribuidoras de energia do Brasil. Ela foi publicada em 9 de setembro de 2010 em substituição à Resolução n° 456, que estava em vigência desde 2000.

Envelhecimento

• O processo de deterioração ou envelhecimento da isolação do transformador inicia-se quando o mesmo é cheio com o óleo na fábrica;
• A aeração do óleo, contato do óleo com o ar, deve ser evitada;
• Os primeiros produtos derivados da deterioração do óleo são os hidroperóxidos. Em seguida, formam-se os ácidos em conjunto com outros compostos. Os derivados finais formam a borra.

Contaminação

• Óleo contaminado é diferente de óleo deteriorado ou envelhecido, a contaminação do óleo ocorre quando ocorre seu contato direto com substância que alteram suas características físicas ou químicas.

Analise cromatografia gasosa
Oxigênio
Hidrogênio
Nitrogênio
Acetileno
Etileno
Etano
Metano
Monóxido gás carbono
Gás carbonoAnalise cromatográfica B
Analise contaminantes de PCB a base de cloro dissolvidos no óleo
Trata-se uma analise cromatográfica liquida

A mesa de operações da Engelétrica negocia todos os tipos de energia elétrica no Ambiente de Contratação Livre (ACL) na Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE), buscando para seus clientes, geradores e consumidores, a máxima eficiência para seu negócio.

A Engelétrica oferece os seguintes tipos de produtos:

– Contratos de Curto e Longo Prazos;
– Contratos de energia Convencional e Incentivada;
– Contratos de Balanço de Energia (Mercado SPOT);
– Leilões de Compra e Venda;
– Contratos de Intermediação.

Os clientes com demanda em carga única ou somadas (mais de uma unidade) com demanda mensal superior a 500kW são passíveis de migração para o Mercado Livre de Energia.

Neste segmento a Engelétrica oferece os seguintes serviços:

– Análise de viabilidade e melhor contratação (prazo e tipo de energia);
– Assessoria na adesão, mapeamento e modelagem na CCEE;
– Racionalização de registro de contratos de energia no SINERCOM;
– Informação mensal sobre os aportes de Garantias Financeiras

Collar: Produto de energia que limita os preços de um contrato em um teto (cap) e um piso (floor), onde pode ser acionado dependendo dos preços do mercado SPOT mais ágio pré-fixado.

A contabilização é o processamento mensal dos dados de contratos, medição, preço e demais informações necessárias para cálculo do resultado final de cada agente no âmbito da CCEE, com base nas Regras de Comercialização, que apura as exposições no mercado de curto prazo, recebimento/pagamento de encargos, exposições financeiras, MRE e consolidação dos resultados financeiros a serem liquidados.

Processo de pagamento e recebimento de valores apurados como débitos e créditos, respectivamente, resultantes da Contabilização promovida pela CCEE. É um processo multilateral onde as transações são realizadas entre o sistema e o conjunto de agentes, não sendo possível a identificação das contrapartes.

Mercado Livre de Energia é o mercado onde os consumidores podem escolher livremente seus geradores de energia, negociando livremente preços e prazos, tendo a oportunidade de um atendimento personalizado, conforme suas características de consumo, o que é impossível no mercado cativo. O consumidor tem a possibilidade de traçar estratégias de contratação, podendo ter economias substanciais em relação ao mercado cativo.

A mesa de operações da Engelétrica compra e vende energia no mercado de curto prazo, oferecendo aos seus clientes seu know-how de mercado, conseguindo os melhores preços tanto na compra quanto na venda.

Além disso, fazemos a venda de suas sobras, ou compra de suas necessidades mensais, tanto para geradores quanto para consumidores.

SWAP: Troca de energia envolvendo prazos (períodos diferentes), tipos Convencional e Incentivada 50% e 100%) e submercados (S, SE/CO, N e NE), visando melhorar os resultados para sua empresa.

Os Consumidores Livres são aqueles cuja a demanda de energia em qualquer segmento horário, isto é, Ponta ou Fora de Ponta, tenha contrato igual ou superior a 3.000 kW (3 MW).

Este tipo de consumidor pode adquirir, no mercado livre, energia de qualquer fonte de geração, seja ela Hidrelétrica ou Termelétrica, etc.

Os Consumidores Especiais são aqueles cuja demanda de energia em qualquer segmentos horário, isto é, Ponta ou Fora de Ponta, tenham demanda contratada de 500 kW (0,5 MW) até 3.000 kW (3 MW), podendo ser cargas únicas ou a soma de cargas, desde que sejam empresas coligadas com comunhão de interesse, isto é, mesmo CNPJ (empresas de mesmo grupo empresarial).

Este tipo de consumidor, no mercado livre, somente pode adquirir energia de fontes incentivadas, que são:

– PCHs: Pequenas Centrais Hidrelétricas, que são usinas hidrelétricas com potência instalada de até 30.000 kW (30 MW);
– Biomassa: Termelétricas cujo combustível seja, por exemplo, bagaço de cana de açúcar, casca de arros, detritos urbanos, etc.;
– Eólica: Fonte de geração que utiliza a força dos ventos;
– Solar: Fonte de geração que utiliza a energia do sol;

Tanto os Consumidores Livres como os Consumidores Especiais, no mercado livre têm a liberdade de negociar a compra de energia elétrica, negociando livremente preços e prazos, podendo ser comprada na totalidade ou parcialmente.

A NBR-5410 é a norma que estipula as condições adequadas para o funcionamento usual e seguro das instalações elétricas de baixa tensão, ou seja, até 1000V em tensão alternada e 1500V em tensão contínua. Esta norma é aplicada principalmente em instalações prediais, públicas, comerciais, etc. Para o profissional da área funciona como um guia, sobre o que se deve ou não fazer, ela traz um texto diferenciado explicando e colocando regras em instalações de baixa tensão, e faz grande diferença conhecê-la e acima de tudo aplicá-la. Conhecer a norma e os tópicos nela propostos esclarece muitas das dúvidas dos profissionais da área.

Algumas questões importantes:

As luminárias tem que ter proteção contra queda das lâmpadas?

5.2.2.3.9 As luminárias devem ser adequadas aos locais e providas de invólucros que apresentem grau de proteção no mínimo IP4X. Se o local oferecer risco de danos mecânicos às luminárias, elas devem ter suas lâmpadas e outros componentes protegidos por coberturas plásticas, grelhas ou coberturas de vidro resistentes a impactos, com exceção dos porta-lâmpadas (a menos que comportem tais acessórios).

Como devem ser organizados os condutores dentro dos quadros?

6.1.6.2 Quando os componentes a serem agrupados, num quadro de distribuição, painel, mesa de comando ou conjunto similar, compuserem partes sob diferentes tensões ou percorridas por correntes de natureza distinta, deve ser observada, entre os componentes desses diferentes subsistemas, uma separação capaz de evitar qualquer influência mútua prejudicial.

Identificação de circuitos e sinalização

6.5.4.8 Os conjuntos, em especial os quadros de distribuição, devem ser instalados em local de fácil
acesso e ser providos de identificação do lado externo, legível e não facilmente removível.
6.5.4.9 Todos os componentes de um conjunto devem ser identificados, e de tal forma que a
correspondência entre componente e respectivo circuito possa ser prontamente reconhecida.
Essa identificação deve ser legível, indelével, posicionada de forma a evitar qualquer risco de confusão e,
além disso, corresponder à notação adotada no projeto (esquemas e demais documentos).

Os perfilados (canaletas) devem ter tampa?

6.2.11.4.1 Nas canaletas instaladas sobre paredes, em tetos ou suspensas e nos perfilados, podem ser
instalados condutores isolados, cabos unipolares e cabos multipolares. Os condutores isolados só podem ser
utilizados em canaletas ou perfilados de paredes não-perfuradas e com tampas que só possam ser
removidas com auxílio de ferramenta.

Por que a identificação dos circuitos deve ser legível?

6.5.4.9 Todos os componentes de um conjunto devem ser identificados, e de tal forma que a correspondência entre componente e respectivo circuito possa ser prontamente reconhecida. Essa identificação deve ser legível, indelével, posicionada de forma a evitar qualquer risco de confusão e, além disso, corresponder à notação adotada no projeto (esquemas e demais documentos).

Por que a identificação dos meus circuitos devem ser mantidas atualizadas?

6.3.7.2.8 Os dispositivos de seccionamento devem ser claramente identificados e indicar os circuitos por eles seccionados.

Por que as caixas de passagem (conduletes) devem ser providos de tampa (espelho)?

6.2.11.1.10 A localização das caixas deve ser de modo a garantir que elas sejam facilmente acessíveis. Elas devem ser providas de tampas ou, caso alojem interruptores, tomadas de corrente e congêneres, fechadas com os espelhos que completam a instalação desses dispositivos. As caixas de saída para alimentação de equipamentos podem ser fechadas com as placas destinadas à fixação desses equipamentos.

Por que as tomadas devem ser providas de identificação da tensão?

6.5.3.2 Devem ser tomados cuidados para prevenir conexões indevidas entre plugues e tomadas que não sejam compatíveis. Em particular, quando houver circuitos de tomadas com diferentes tensões, as tomadas fixas dos circuitos de tensão mais elevada, pelo menos, devem ser claramente marcadas com a tensão a elas provida. Essa marcação pode ser feita por placa ou adesivo, fixado no espelho da tomada não deve ser possível remover facilmente essa marcação

Por que devo usar disjuntores multipolares na entrada da distribuição?

.3.7.2.7 O seccionamento deve ser efetuado por um dispositivo multipolar que seccione todos os pólos da respectiva alimentação. Contudo, com exceção das aplicações prescritas em 6.3.7.3 (seccionamento para manutenção mecânica) e 6.3.7.4 (seccionamento de emergência e parada de emergência), admite-se também o emprego de dispositivos unipolares justapostos, desde que todos os pólos da respectiva alimentação sejam seccionados.

Por que meu quadro deve ser livre de influencias externas (papel, folhas secas, poeiras etc.)?

4.1.2 A instalação elétrica deve ser concebida e construída de maneira a excluir qualquer risco de incêndio de materiais inflamáveis, devido a temperaturas elevadas ou arcos elétricos. Além disso, em serviço normal, não deve haver riscos de queimaduras para as pessoas e os animais.

Por que meus componentes e dispositivos devem estar em bom estado?

6.3.7.1 Todo dispositivo de seccionamento ou de comando deve satisfazer as prescrições relativas à função a que se destina, apresentadas em 5.6. Se o dispositivo for utilizado para mais de uma função, ele deve satisfazer as prescrições de cada uma de suas funções.

Por que minha instalação tem que ter blocos autônomos (luminárias de emergências)?

3.5.1 serviços de segurança: Serviços essenciais, numa edificação,
― para a segurança das pessoas;
― para evitar danos ao ambiente ou aos bens.
NOTA São exemplos de serviços de segurança:
― a iluminação de segurança (“iluminação de emergência”),

Por que não posso utilizar cabos multi polares (cabo PP) ou cabos paralelos em instalações permanentes?

6.2.3.2 NOTA Os cabos em conformidade com a ABNT NBR 13249 não são admitidos nas maneiras de instalar previstas na tabela 33, tendo em vista que tais cabos destinam-se tão somente à ligação de equipamentos.

Por que os barramentos devem ser isolados?

5.1.1.1 O princípio que fundamenta as medidas de proteção contra choques especificadas nesta Norma pode ser assim resumido:
― partes vivas perigosas não devem ser acessíveis; e
― massas ou partes condutivas acessíveis não devem oferecer perigo, seja em condições normais, seja, em particular, em caso de alguma falha que as tornem acidentalmente vivas.

Por que os circuitos (disjuntores/contatoras/chave de transferência e afins) devem ser identificados?

6.3.7.2.8 Os dispositivos de seccionamento devem ser claramente identificados e indicar os circuitos por eles seccionados.

Por que os quadros de distribuição devem ser identificados?

6.5.4.8 Os conjuntos, em especial os quadros de distribuição, devem ser instalados em local de fácil acesso e ser providos de identificação do lado externo, legível e não facilmente removível.

Por que os quadros de distribuição devem ser providos de tampa?

8.3 Sempre que possível, as verificações devem ser realizadas com a instalação desenergizada.
Invólucros, tampas e outros meios destinados a garantir proteção contra contatos com partes vivas podem ser removidos para fins de verificação ou manutenção, mas devem ser completa e prontamente restabelecidos ao término destes procedimentos.

Por que os quadros devem ser providos de sinalização advertência?

COMENTÁRIO 6.5.4.10 C
A placa de advertência deverá ser durável, aplicada sobre uma parte não destacável e estar visível quando da utilização do usuário. Poderá ser metálica ou de outro material desde que suas marcações suportem ensaio de remoção. A conformidade poderá ser verificada esfregando a marcação manualmente por 15 segundos com um pedaço de tecido embebido em água e novamente por 15 segundos com um pedaço de tecido embebido em um solvente de petróleo.

Por que os quadros elétricos devem ter fácil acesso?

6.5.4.8 Os conjuntos, em especial os quadros de distribuição, devem ser instalados em local de fácil acesso e ser providos de identificação do lado externo, legível e não facilmente removível

Posso instalar qualquer quadro em qualquer ambiente?

B.2.4 As barreiras e invólucros devem ser fixados firmemente e apresentar robustez e durabilidade suficientes para preservar os graus de proteção exigidos e a separação adequada das partes vivas, nas condições de serviço normal previstas, levando-se em conta as condições de influências externas pertinentes.

Qual deve ser o estado dos meus componentes com partes móveis?

8.3.2.2 No caso de componentes sem partes móveis, como fusíveis, condutores, barramentos, calhas, canaletas, conectores, terminais, transformadores, etc., deve ser inspecionado o estado geral, verificando-se a existência de sinais de aquecimento e de ressecamentos, além da fixação, identificação e limpeza.

Quando devo utilizar um dispositivo de proteção contra surtoS (DPS) ?

Esta edição da Norma, que visando primeiro à proteção pessoal e depois à proteção funcional, determina a instalação de DPS – Dispositivos de proteção contra surtos em pelo menos um ponto da
instalação, segundo 6.3.5.2.1. As condições para definição da obrigatoriedade desta instalação, com o uso dos meios indicados em 5.4.2.1.2, são:
– quando a instalação for alimentada, ou ela mesma for constituída de linha aérea, e se situar em região com índice cerâunico > 25.

Quando devo utilizar um dispositivo diferencial-residual (dispositivo DR) ?

5.2.2.3.10 Quando for necessário limitar os riscos de incêndio suscitados pela circulação de correntes de falta, o circuito correspondente deve ser:

a) protegido por dispositivo a corrente diferencial-residual (dispositivo DR) com corrente diferencial-residual nominal de atuação de no máximo 500 mA; O seccionamento automático da alimentação, para a proteção contra choques por contato indireto, só pode ser assegurado, segundo a seção 5.1.2.2.4.3 – a), por dispositivo DR, e chamando de IΔn sua corrente diferencial-residual de atuação, tem-se a condição de proteção: RA ⋅IΔn ≤UL observando-se que o tempo de atuação será sempre muito inferior a 5s. *RA = Resistência de aterramento das massas *IΔn = corrente diferencial-residual de atuação do dispositivo DR *UL = tensão de contato limite

Que cor deve ser meu condutor (cabo) de Neutro?

6.1.5.3.1 Qualquer condutor isolado, cabo unipolar ou veia de cabo multipolar utilizado como condutor neutro deve ser identificado conforme essa função. Em caso de identificação por cor, deve ser usada a cor azul-clara na isolação do condutor isolado ou da veia do cabo multipolar, ou na cobertura do cabo unipolar.

Que cor deve ser meu condutor (cabo) de Terra?

6.1.5.3.2 Qualquer condutor isolado, cabo unipolar ou veia de cabo multipolar utilizado como condutor de proteção (PE) deve ser identificado de acordo com essa função. Em caso de identificação por cor, deve ser usada a dupla coloração verde-amarela ou a cor verde (cores exclusivas da função de proteção), na isolação do condutor isolado ou da veia do cabo multipolar, ou na cobertura do cabo unipolar.

Proteção de estruturas contra descargas atmosféricas, é a norma que trata dentre outros importantes assunto do SPDA (sistemas de proteção contra descargas atmosféricas).

Suas principais questões:

Antenas de Tv

B.12 Medidas de proteção para equipamentos instalados externamente

Exemplos de equipamentos instalados externamente incluem: sensores de qualquer espécie, incluindo antenas; sensores meteorológicos; cameras de segurança, sensores expostos em plantas de processos (pressão, temperatura, vazão, posição de válvulas etc.) e qualquer outro equipamento elétrico, eletrónico ou de telecomunicação posicionados externamente em estruturas, mastros e outras tubulações metálicas.

Caixa de inspeção

5.5.3 Conexões

O número de conexões ao longo dos condutores deve ser o menor possível. Conexões devem ser feitas de forma segura e por meio de solda elétrica ou exotérmica e conexões mecânicas de pressão (se embutidas em caixas de inspeção) ou compressão. Não são permitidas emendas em cabos de descida, exceto o conector para ensaios, o qual é obrigatório, a ser instalado próximo do solo (a altura sugerida é 1,5 m a partir do piso) de modo a proporcionar fácil acesso para realização de ensaios.

Conexão de medição

5.1.2.6.1 Cada condutor de descida (com exceção das descidas naturais ou embutidas) deve ser provido de uma conexão de medição, instalada próxima do ponto de ligação ao eletrodo de aterramento. A conexão deve ser  desmontável por meio de ferramenta, para efeito de medições elétricas, mas deve permanecer normalmente fechada.

Construções posteriores a original da edificação

d) todas as construções acrescentadas à estrutura posteriormente à instalação original estão integradas no volume a proteger, mediante ligação ao SPDA ou ampliação deste;

Corrosão de materiais

Os riscos de corrosão provocada pelo meio ambiente, ou pela junção de metais diferentes, devem ser cuidadosamente considerados no projeto do SPDA. Em caso de aplicações não previstas na tabela 5, a compatibilidade dos materiais deve ser avaliada. Materiais ferrosos expostos, utilizados em uma instalação de SPDA, devem ser galvanizados a quente, conforme a NBR 6323.

Estrutura metálica

5.2.1.2.5 Nas canalizações e outros elementos metálicos que se originam do exterior da estrutura, a conexão à ligação eqüipotencial deve ser efetuada o mais próximo possível do ponto em que elas penetram na estrutura. Uma grande parte da corrente de descarga atmosférica pode passar por essa ligação eqüipotencial, portanto as seções mínimas dos seus condutores devem atender à tabela 6.

Fixação de componentes

5.5.2 Fixação

Elementos captores e condutores de descidas devem ser firmemente fixados de forma que as forças eletrodinâmicas ou mecânicas acidentais (por exemplo, vibrações, expansão térmica etc.) não causem afrouxamento ou quebra de condutores.

Gaiola Faraday

A.3 Posicionamento do subsistema de captação utilizando o método das malhas

Uma malha de condutores pode ser considerada como um bom método de captação para proteger superfícies planas. Para tanto devem ser cumpridos os seguintes requisitos:

a) condutores captores devem ser instalados:

— na periferia da cobertura da estrutura;

nas saliências da cobertura da estrutura;

— nas cumeeiras dos telhados, se o declive deste exceder 1/10 (um de desnível por dez de comprimento);

NOTA 1 O método das malhas é apropriado para telhados horizontais e inclinados sem curvatura.

NOTA 2 O método das malhas é apropriado para proteger superfícies laterais planas contra descargas atmosféricas laterais.

NOTA 3 Se o declive do telhado exceder 1/10, condutores paralelos, em vez de em malha, podem ser usados,

adotando a distância entre os condutores não maior que a largura de malha exigida.

b) as dimensões de malha não podem ser maiores que os valores encontrados na Tabela 2;

c) o conjunto de condutores do subsistema de captação deve ser construído de tal modo que a corrente elétrica da descarga atmosférica sempre encontre pelo menos duas rotas condutoras distintas para o subsistema de aterramento;

d) Nenhuma instalação metálica, que por suas características não possa assumir a condição de g elemento captor, ultrapasse para fora o volume protegido pela malha do subsistema de captação.

os condutores da malha devem seguir o caminho mais curto e retilíneo possível da instalação.

O que é o subsistema de descida?

3.10 subsistema de descida: Parte do SPDA externo destinada a conduzir a corrente de descarga atmosférica desde o subsistema captor até o subsistema de aterramento. Este elemento pode também estar embutido na estrutura.

O que é SPDA?

Você sabe o que é SPDA ?

É um Sistema de Proteção contra Descargas Elétricas, popularmente chamado de para-raios.

A instalação dos Sistemas de proteção contra descargas atmosféricas (SPDA) é uma exigência do Corpo de Bombeiros, regulamentada pela ABNT segundo a Norma NBR 5419/2005, e tem como objetivo evitar e/ou minimizar o impacto dos efeitos das descargas atmosféricas, que podem ocasionar incêndios, explosões, danos materiais e, até mesmo, risco à vida de pessoas e animais.

O que é subsistema de aterramento?

3.11 Subsistema de aterramento:

Parte do SPDA externo destinada a conduzir e a dispersar a corrente de descarga atmosférica na terra. Este elemento pode também estar embutido na estrutura.

O que é subsistema de captação?

3.9 subsistema captor (ou simplesmente captor): Parte do SPDA externo destinada a interceptar as descargas atmosféricas.

O que pode ser utilizado como subsistema de captação?

5.2 Subsistema de captação

5.2.1 Geral

Aprobabilidade de penetração da corrente da descarga atmosférica na estrutura é consideravelmente limitada pela presença de subsistemas de captação apropriadamente instalados.

Subsistemas de captação podem ser compostos por qualquer combinação dos seguintes elementos:

-hastes (incluindo mastros);

-condutores suspensos;

-condutores em malha.

Para estar conforme esta Norma, todos os tipos de subsistemas de captação devem ser posicionados de acordo com 5.2.2, 5.2.3 e Anexo A. Todos os tipos de elementos captores devem cumprir na íntegra

as exigências desta Norma.

O correto posicionamento dos elementos captores e do subsistema de captação é que determina o volume de proteção.

Captores individuais devem ser interconectados ao nível da cobertura para assegurar a divisão de corrente em pelo menos dois caminhos.

Esta Norma somente especifica os métodos de captação citados nesta seção. Recursos artificiais destinados a aumentar o raio de proteção dos captores ou inibir a ocorrência das descargas

atmosféricas, não são contemplados nesta Norma.

NOTA Recomenda-se que os captores que contenham material radioativo sejam retirados de acordo com

a resolução 04/89 da Comissão Nacional de Energia Nuclear (CNEN).

O que são componentes naturais?

3.18 componente natural de um SPDA: Componente da estrutura que desempenha uma função de proteção contra descargas atmosféricas, mas não é instalado especificamente para este fim.
NOTA – Exemplos de componentes naturais:
a) coberturas metálicas utilizadas como captores;
b) pilares metálicos  ou armaduras de aço do concreto utilizadas como condutores de descida;
c) armaduras de aço das fundações utilizadas como eletrodos de aterramento.

O SPDA tem que conter malha de aterramento?

5.4.2 Condições gerais nos arranjos de aterramento.

Para subsistemas de aterramento, na impossibilidade do aproveitamento das armaduras das fundações, o arranjo a ser utilizado consiste em condutor em anel, externo à estrutura a ser protegida, em contato com o solo por pelo menos 80 % do seu comprimento total, ou elemento condutor interligando as armaduras descontínuas da fundação (sapatas). Estes eletrodos de  aterramento podem também ser do tipo malha de aterramento. Devem ser consideradas medidas preventivas para evitar eventuais situações que envolvam tensões superficiais perigosas (ver Seção 8).

Embora 20 % do eletrodo convencional possa não estar em contato direto com o solo, a continuidade

elétrica do anel deve ser garantida ao longo de todo o seu comprimento (ver 7.3)

Objetivo do Relatório Técnico

7.5 Documentação

7.5.1 A seguinte documentação técnica deve ser mantida no local, ou em poder dos responsáveis pela manutenção do SPDA:

a) verificação da necessidade do SPDA (externo e interno), além da seleção do respectivo nível de proteção para a estrutura, por meio de um relatório de uma análise de risco;

b) desenho sem escala mostrando as dimensões, os materiais e as posições de todos os componentes do SPDA externo e interno;

C) quando aplicável, os dados sobre a natureza e a resistividade do solo; constando detalhes relativos à estratificação do solo, ou seja, o número de camadas, a espessura e o valor da resistividade

de cada uma;

d) registro de ensaios realizados no eletrodo de aterramento e outras medidas tomadas em relação a prevenção contra as tensões de toque e passo. Verificação da integridade física do eletrodo

(continuidade elétric a dos condutores) e se o emprego de medidas adicionais no local foi

necessário para mitig ar tais fenômenos (acréscimo de materiais isolantes, afastamento do local etc.),

descrevendo-o.

Periodicidade das inspeções

Uma inspeção visual do SPDA deve ser efetuada semestralmente. Inspeções completas conforme  7.3 Ordem das inspeções:

7.3.1 Inspeções devem ser feitas de acordo com 7.2, como a seguir:

a) durante a construção da estrutura;

b) após a instalação do SPDA, no momento da emissão do documento “as builf;

c) após alterações ou reparos, ou quando houver suspeita de que a estrutura foi atingida por uma

descarga atmosférica;

d) inspeção visual semestral apontando eventuais pontos deteriorados no sistema;

e) periodicamente, realizada por profissional habilitado e capacitado a exercer esta atividade,

com emissão de documentação pertinente, em intervalos determinados, assim relacionados:

— um ano, para estruturas contendo munição ou explosivos, ou em locais expostos à corrosão

atmosférica severa (regiões litorâneas, ambientes industriais com atmosfera agressiva etc.),

ou ainda estruturas pertencentes a fornecedores de serviços considerados essenciais

(energia, água, sinais etc.);

— três anos, para as demais estruturas.

Quais são os métodos utilizados para subsistema de captação?

5.1.1.2.2 No projeto dos captores, podem-se utilizar os seguintes métodos, conforme o caso:
a) ângulo de proteção (método Franklin); e/ou
b) esfera rolante ou fictícia (modelo eletrogeométrico); e/ou
c) condutores em malha ou gaiola (método Faraday).
NOTA Captores em malha consistem em uma rede de condutores dispostos no plano horizontal ou inclinado sobre o volume a proteger. Gaiolas de Faraday são formadas por uma rede de condutores envolvendo todos os lados do volume a proteger

Qual é o ideal de conexões nos condutores do SPDA?

5.1.4.2.1 O número de conexões nos condutores do SPDA deve ser reduzido ao mínimo. As conexões devem ser asseguradas por meio de soldagem exotérmica, oxiacetilênica ou elétrica, conectores de pressão ou de compressão, rebites ou parafusos.

Seqüência das inspeções

7.3.2 Durante as inspeções periódicas, é particularmente importante checar os seguintes itens:

a) deterioração e corrosão dos captores, condutores de descida e conexões;

b) condição das equipotencializações;

c) corrosão dos eletrodos de aterramento;

d) verificação da integridade física dos condutores do eletrodo de aterramento para os subsistemas

de aterramento não naturais.

Por analogia, parte do procedimento do ensaio para medição de continuidade elétrica das armaduras pode

ser aplicada aos condutores do subsistema de aterramento do SPDA a fim de comprovar a continuidade

elétrica dos trechos sob ensaio, o que fornece parâmetros para determinação da integridade física

do eletrodo de aterramento e suas conexões. Neste caso,os valores de validação devem ser compatíveis

com parâmetros relacionados ao tipo de material usado (resistividade do condutor relacionada

ao comprimento do trecho ensaiado).

NOTA: Na medição de continuidade elétrica, é desejável a utilização de equipamentos que tenham

sua construção baseada em esquemas a quatro fios (dois para injeção de corrente e dois para medir

a diferença de potencial), tipo ponte, por exemplo, micro-ohmímetros.

Não podem ser utilizados multímetros na função de ohmímetro.

todos os componentes e estruturas metálicas devem ser equipotencializadas?

5.2.1.1.2 A equalização de potencial é obtida mediante condutores de ligação eqüipotencial, eventualmente incluindo DPS (dispositivo de proteção contra surtos), interligando o SPDA, a armadura metálica da estrutura, as instalações metálicas, as massas e os condutores dos sistemas elétricos de potência e de sinal, dentro do volume a
proteger.

Um Sistema de Proteção Contra Descargas Atmosféricas impede que meu edifício sofra descargas atmosféricas?

4.1 Deve ser lembrado que um SPDA não impede a ocorrência das descargas atmosféricas.
4.2 Um SPDA projetado e instalado conforme esta Norma não pode assegurar a proteção absoluta de uma estrutura, de pessoas e bens. Entretanto, a aplicação desta Norma reduz de forma significativa os riscos de danos devidos às descargas atmosféricas.

Esta Norma estabelece um sistema para o projeto e execução de instalações Elétricas de média tensão, com tensão nominal de 1,0 kV a 36,2 kV, à freqüência industrial, de modo a garantir segurança e continuidade de serviço.

Transformador a seco

EMENDA 1

9.4.3 Quando a subestação de transformação fizer parte integrante da edificação industrial, somente é permitido o emprego de transformadores a seco. Quando forem utilizados disjuntores com líquidos isolantes não inflamáveis, estes devem ter um volume de líquido por pólo inferior a 1 L.
NOTA – Considera-se como parte integrante o recinto não isolado ou Desprovido de paredes de alvenaria e portas cortafogo.
Página 64, a seção 9.4.4 passa a ter a seguinte redação:

9.4.4 Quando a subestação de transformação fizer parte integrante da edificação residencial e/ou comercial, somente é permitido o emprego de transformadores a seco, mesmo que haja paredes de alvenaria e portas
corta-fogo. Quando forem utilizados disjuntores com líquidos isolantes não inflamáveis, estes devem ter um volume de líquido por pólo inferior a 1 L.

Generalidades

Óleos minerais isolantes são derivados do petróleo, destinados à utilização em transformadores, chaves elétricas, reatores, dijuntores, religadores, etc.

Funções básicas:

* Isolante;

* Refrigerante.

Para isolar deve estar livre de umidade e de contaminantes;

Para resfriar deve possuir baixa viscosidade e baixo ponto de fluidez para facilitar sua circulação.

Condições Ideais:

* Baixa viscosidade;

* Alto poder dielétrico;

* Alto ponto de fulgor;

* Estar livre de ácidos, álcalis e enxofre corrosivo;

* Resiste à oxidação e à formação de borras;

* Ter baixo ponto de fluidez e não atacar os materiais usados na construção de transformadores;

* Ter baixa perda dielétrica e não contér produtos que possam agredir o homem ou o meio ambiente.

Propriedades físicas

* Viscosidade: deve ser baixa para circular com facilidade e dissipar adequadamente o calor.

* Ponto de Fulgor: para a segurança dos equipamentos com relação à possibilidade de

incêndios, deve-se assegurar um ponto de fulgor mínimo adequado.

* Ponto de Anilina: indica o poder de solvência do óleo por matérias com as quais entrará em

contato. Um baixo ponto de anilina indica maior solvência do produto, o que não é desejável.

* Tensão Interfacial: indica a existência de substâncias polares dissolvidas no óleo. Estas

substâncias prejudicam as propriedades dielétricas do óleo, além de contribuirem para o seu

envelhecimento. Um alto valor é desejável.

* Cor: o óleo isolante novo costuma ser claro. O escurecimento em serviço indica sua

deterioração.

* Ponto de Fluidez: sendo a temperatura abaixo da qual o óleo deixa de escoar, esta

característica deve ser compatível com a mínima temperatura em que o óleo vai ser utilizado. O

ensaio também ajuda na identificação do tipo de óleo: parafínico ou naftênico.

* Densidade: influi na capacidade de transmissão de calor do óleo. Nos óleos isolantes

encontra-se entre 0,850 e 0,900, estando mais próxima de um dos dois valores segundo sua

predominante composição em hidrocarbonetos (parafínicos ou naftênicos).

* Propriedades químicas

3.2.1 – Estabilidade à oxidação: é importante para o bom desempenho do óleo e durabilidade do

sistema isolante. A oxidação é decorrente da estocagem do óleo e das próprias condições de

operação dos equipamentos elétricos e se manifesta através de borra e de acidez do óleo. Estes

efeitos indesejáveis podem ser atenuados através da utilização de aditivos anti-oxidantes.

* Acidez e água: devem ser extremamente baixos para evitar a passagem de corrente elétrica,

reduzir a corrosão e aumentar a vida de todo o sistema.

* Compostos de enxofre (sulfatos): devem estar ausentes para evitar que o óleo cause

corrosão ao cobre e à prata existentes nos equipamentos.

* Tendência à evolução de gases: esta característica mede a tendência de um óleo

desprender ou absorver gases (normalmente o hidrogênio), sob determinadas condições.

Um valor positivo indica desprendimento de gases, enquanto que, um valor negativo significa

absorção de gases, importante para a operação segura do equipamento.

Propriedades elétricas

* Rigidez dielétrica: é a capacidade do óleo de resistir à passagem da corrente elétrica.

Quanto mais puro estiver o óleo, maior a rigidez dielétrica. Umidade, particulas sólidas e gases

dissolvidos prejudicam a capacidade isolante do óleo.

A rigidez dielétrica é fortemente afetada quando o óleo possui íons e partículas sólidas

higroscópicas. Neste caso é preciso tratar o óleo com aquecimento e filtragem.

* Fator de potência: é uma indicação das perdas dielétricas no óleo. O óleo será melhor,

quanto menores forem estas perdas. A condução de corrente nos óleos pode ser causada por

elétrons livres resultantes da ação do campo eletromagnético sobre as moléculas ou por partículas

carregadas.

O fator de potência mede a contaminação do óleo por água e contaminantes sólidos ou solúveis.

Amostra para ensaios físico-químicos

A retirada de amostras devem ser preferencialmente coletadas nos registros

dos equipamentos elétricos. Quando não for possível, a amostra poderá ser

retirada através da tampa de inspeção, utilizando pipetas, mangueiras ou

seringas.

Durante a amostragem devem ser observados os seguintes procedimentos:

– Limpar o registro de retirada do óleo;

– Conectar o dispositivo de amostragem apropriado no registro do

equipamento;

– Colocar uma bandeja de contenção ou qualquer outro material que evite o

derramamento de óleo no solo;

– Abrir vagarosamente o registro e deixar escoar um pouco de óleo sem

aproveitamento;

– Utilizar frasco de vidro de 1 litro com tampa rosqueável. O mesmo deve

estar limpo e completamente seco;

– Deixar escoar cerca de 200ml no frasco, fechar o registro e através de

movimentos rotatórios, enxaguar o frasco com o óleo;

– Descartar o óleo;

– Abrir o registro novamente e encher o frasco até o transbordamento. Fechar

o frasco e o registro imediatamente;

– Limpar cuidadosamente o frasco;

– Quando houver o tampão do registro, passar fita veda rosca antes de

conectá-lo novamente;

– Certificar-se de que o registro foi adequadamente fechado e não há

vazamentos;

– Identificar a amostra corretamente;

– Armazenar os frasco em local escuro até o envio ao laboratório.

Amostra para ensaios cromatográficos

A retirada de amostras devem ser preferencialmente coletadas nos

registros dos equipamentos elétricos. Quando não for possível, a amostra

poderá ser retirada através da tampa de inspeção, utilizando seringas.

Durante a amostragem devem ser observados os seguintes procedimentos:

– Limpar o registro de retirada do óleo;

Conectar o dispositivo de amostragem apropriado no registro do

equipamento;

– Colocar uma bandeja de contenção ou qualquer outro material que evite o

derramamento de óleo no solo;

– Abrir vagarosamente o registro e deixar escoar um pouco de óleo sem

aproveitamento;

– Utilizar seringa de no mínimo 20ml de capacidade volumétrica, limpa e

seca;

– Conectar a torneira de 3 vias no dispositivo de amostragem e então abrir o

registro de forma que o óleo penetre lentamente na seringa. O êmbolo não

deve ser puxado, mas permitido que recue sob a pressão da coluna de

óleo;

– Descartar o óleo;

– Repetir a operação de enchimento da seringa com um volume superior ao

graduado na mesma;

– Fechar a torneira de 3 vias e, em seguida, a válvula de amostragem;

– Desconectar a seringa com a torneira de 3 vias do dispositivo de

amostragem;

– Caso se verifique a presença de bolhas, segurar a seringa verticalmente

(torneira para cima) e pressionar o êmbolo de modo a eliminar as bolas

existentes. Fechar imediatamente a torneira (seringa na posição vertical);

– Limpar cuidadosamente a seringa e acondicionar em caixa apropriada;

– Identificar corretamente a amostra.

A Engelétrica executa o tratamento de óleo mineral isolante em transformadores desenergizados, em campo e com total segurança.

Visando a melhor técnica a Engelétrica segue um rígido procedimento que inclui a análise fisicofisico-química ou cromatográfica, em laboratório independente, e uma recomendação complementar baseada em sua experiência.

Procedimentos repetidos e sem a avaliação de um laboratório qualificado torna-se uma rotina pouco eficaz, assim a primeira coisa a se observar é a real necessidade do tratamento.

Quando uma amostra de óleo é encaminhada ao laboratório é esperado um dos três resultados possíveis:

– Aceitável;

– Tratamento;

– Substituir.

Quando o resultado obtido é “ACEITÁVEL” nenhuma atividade complementar é recomendada, apenas o monitoramento por meio de nova análise em um período preestabelecido.

Caso o resultado seja “TRATAMENTO” a Engelétrica, após analise complementar, e se julgar cabível, recomendará o tratamento termo-vacuo.

Quando o resultado é “SUBSTITUIR” significa que não há viabilidade técnica ou econômica para a sua recuperação através dos processos de filtragem.

Observações:

• Durante o processo de tratamento termo-vacuo são retiradas amostras do óleo a cada 30 minutos para os testes de rigidez. O processo somente é interrompido após ser observada a estabilidade dos valores medidos;

• O sistema de tratamento é instalado de forma a criar um circuito fechado evitando a aeração do óleo;

• A água e o calor são os dois maiores inimigos da isolação dos transformadores;

• A deterioração das isolações sólida e líquida se realiza em presença de catalisadores (ferro, cobre, água, etc.). Os produtos da deterioração da isolação podem também agir como catalisadores e aceleradores do processo;

• A deterioração da isolação da origem a água e outros produtos prejudicando seu poder dielétrico;

• As condições podem tornar-se propicias à formação descargas parciais que levam a ionização e à condução;

• Havendo continuidade do processo poderá ocorrer a formação de corona, e finalmente a falha de isolação;

• O processo de deterioração ou envelhecimento da isolação do transformador inicia-se quando o mesmo é cheio com o óleo na fábrica;

• A aeração do óleo, contato do óleo com o ar, deve ser evitada;

• Os primeiros produtos derivados da deterioração do óleo são os hidroperóxidos. Em seguida, formam-se os ácidos em conjunto com outros compostos. Os derivados finais formam a borra;

• Óleo contaminado é diferente de óleo deteriorado ou envelhecido.

Qualidade do Produto

2.4 Instrumentação e metodologia de medição.

2.4.1 Obtenção das leituras.

2.4.1.1 As leituras devem ser obtidas por meio de equipamentos que operem segundo o princípio da amostragem digital.

2.4.1.2 Os equipamentos de medição devem atender os seguintes requisitos mínimos:

a) taxa amostral: 16 amostras/ciclo;

b) conversor A/D (analógico/digital) de sinal de tensão: 12 bits;

c) precisão: até 1% da leitura.

2.4.1.3 Os equipamentos de medição devem permitir a apuração das seguintes informações:

a) valores calculados dos indicadores individuais;

b) tabela de medição;

c) histograma de tensão.

2.4.1.4 A medição de tensão deve corresponder ao tipo de ligação da unidade consumidora, abrangendo medições entre todas as fases ou entre todas as fases e o neutro, quando este for disponível.

2.4.1.5 As medições devem ser efetuadas no ponto de conexão da unidade consumidora, salvo nas seguintes situações:

a) quando a instalação do equipamento de medição no ponto de conexão vier a comprometer a segurança do equipamento e de pessoas, tal instalação poderá ser realizada no ponto de derivação da rede da distribuidora com o ramal de ligação da unidade consumidora, ficando a cargo da distribuidora a estimativa da máxima queda de tensão no ramal de ligação, caso em que deverá ser disponibilizado ao consumidor o memorial de cálculo da referida estimativa;

b) quando a medição para fins de faturamento for realizada por meio de  medidores lacrados, denominados encapsulados, cujos circuitos de corrente e de tensão não sejam acessíveis ou para as unidades consumidoras conectadas no SDMT com equipamentos de medição instalados em tensões do SDBT, a instalação do equipamento de medição de tensão deverá ser realiza da no lado secundário do transformador de potência, considerando-se a relação de transformação.


A primeira providencia para corrigir o baixo Fator de Potência é a analise das causas que levam à utilização excessiva de energia reativa.

A eliminação dessas causas passa pela racionalização do uso de equipamento – desligar motores em vazio e redimensionar equipamentos superdimensionados.

A partir destas providencias, uma forma de reduzir a circulação de energia reativa pelo sistema elétrico, consiste em “produzi-la” o mais próximo possível da carga, utilizando um equipamento chamado capacitor.

Instalando-se capacitores junto às cargas indutivas, a circulação de energia reativa fica limitada a estes equipamentos.

Na pratica, a energia reativa passa a ser fornecida pelos capacitores, liberando parte da capacidade do sistema elétrico e das instalações da unidade consumidora.

Isso é comumente chamado de “compensação de energia reativa”.

Quando esta havendo consumo de energia reativa, caracterizando uma situação de compensação insuficiente, o fator de potência é chamado de indutivo.

Quando está havendo um fornecimento de energia reativa à rede, caracterizando uma situação de compensação excessiva, o Fator de Potência é chamado de capacitivo.

Cabine primária é a entrada de energia elétrica ligada ao sistema de distribuição em média tensão.

A unidade consumidora dever ser ligada ao sistema de distribuição em média tensão, compulsoriamente, quando a potência exigida pelo consumidor supera a potência máxima a qual a concessionária esteja obrigada a atender aos consumidores em baixa tensão.

Também será atendida em média tensão o consumidor que optar por este sistema, exceto se localizado em zona de distribuição subterrânea.

Muitos consumidores optam pela ligação em média tensão devido às tarifas reduzidas em relação às praticadas na baixa tensão.

De uma maneira geral, as tensões geradas pelas centrais elétricas possuem formas de ondas praticamente senoidais, com magnitude e freqüência constantes.

Por outro lado, cargas como retificadores e conversores, tem a propriedade de deformarem essas tensões senoidais. Isso ocorre porque, ao mesmo tempo em que elas absorvem a corrente senoidal, de freqüência de 60 Hz, como no Brasil e nos Estados Unidos (ou de 50 Hz na Europa e em outros países da América Latina), essas cargas injetam no sistema ao qual estão conectadas, correntes de outras freqüências, múltiplas da freqüência original (60 Hz ou 50 Hz).

A conseqüência imediata disso, dentre outras que serão citadas, é que as tensões nas barras mais próximas dessas cargas poderão ficar distorcidas.

Nas barras mais próximas das grandes centrais geradoras, devido aos altos níveis de curto-circuito, as medições efetuadas por analisadores harmônicos ou osciloscópios, mostram que as tensões têm menos que 1% de distorção.

Entretanto, à medida que os pontos de medições se distanciam das centrais geradoras e se encaminham para as cargas elétricas, as distorções de tensão aumentam.

Os primeiros relatos de problemas de distorções harmônicas datam de 1930/1940.

Compensação através de capacitores

Existem varias alternativas para instalação de capacitores em uma unidade consumidora, cada uma delas apresentando vantagens e desvantagens. Nesse sentido, a escolha da melhor alternativa dependerá de analises técnicas de cada instalação.

Existem varias alternativas para instalação de capacitores em uma unidade consumidora, cada uma delas apresentando vantagens e desvantagens. Nesse sentido, a escolha da melhor alternativa dependerá de analises técnicas de cada instalação.

Compensação Individual

É efetuada instalando os capacitores junto ao equipamento cujo Fator de Potência se pretende melhorar. Representa, do ponto de vista técnico a melhor solução, apresentando as seguintes vantagens:

Reduz as perdas energéticas em toda instalação;

Diminui a carga nos circuitos de alimentação de todos os equipamentos compensados;

Melhora os níveis de tensão de toda instalação;

Pode-se utilizar um sistema único de acionamento para a carga e o capacitor, economizando-se em equipamentos de manobra;

Gera reativos somente onde é necessário.

ENERGIA DE QUALIDADE

Conhecer a qualidade da energia fornecida aos equipamentos é condição indispensável para a preservação da produção e vida útil de máquinas e equipamentos. Uma análise criteriosa que considere o objetivo real da medição e busque analisar o problema sob esta ótica, é nosso maior objetivo.

Equipamentos de última geração são utilizados na coleta de informações. As medições dão efetuadas com registro das principais grandezas elétricas, dentre elas:

  • Tensão
  • Corrente
  • Fator de potência
  • Potência ativa
  • Potência reativa
  • Potência aparente
  • THD
  • Distúrbios

TERMOGRAFIA – Análise termográfica
É o mais importante, preciso e seguro método de avaliação preventiva aplicado a componentes e instalações elétricas.

A Termografia é a técnica que estende a visão humana através do espectro infravermelho. A vibração de campos elétricos e magnéticos que se propagam no espaço à velocidade da luz, gera uma onda eletromagnética e o conjunto dessas ondas forma o espectro eletromagnético a ser analisado.

O Infravermelho é uma frequência eletromagnética naturalmente emitida por qualquer corpo com intensidade proporcional a sua temperatura.

DIAGNÓSTICO DE INSTALAÇÕES

O diagnóstico de instalações elétricas tem por objetivo reduzir as perdas e melhorar a qualidade da energia elétrica das plantas industriais e comerciais.

A termografia faz parte do processo de diagnóstico, sendo a forma mais eficaz de começar um estudo técnico sobre as condições apresentadas pelas instalações elétricas em uso.